31.8.11
miosan
outro dia recorri a um analgésico por conta de um torcicolo que me infernizava os nervos. eu que quase não uso remédios devo ser mais sensível a essas substâncias, assim como ao álcool - nunca tomo e quando tomo é pra ficar bamba no primeiro gole.
aconteceu que o remédio fez efeito... mas não foi o efeito esperado, foi logo um belo efeito colateral. capotei na cama, num sono estranho de quem desliga a mente mas não desliga o corpo (ou terá sido o inverso?). não sei o que estava ligado, sei que acordei num pulo com meu próprio berro, tão assustada quanto aquela ursa panda que ficou em apuros ao ouvir o espirro repentino do filhote.
minha gata correu para o lugar mais alto da casa, coitada. de rabo grosso e olho arregalado, correu pra perto da porta enquanto eu descobria onde eu estava e se era dia.
deitei de volta. ainda sem contato com a realidade. por sorte, ninguém chamou os bombeiros e minha gata demorou a se aproximar de novo. a única vez que eu havia soltado um grito dessa natureza foi quando entrou um gafanhoto pela janela. ele pousou direto na minha cabeça. meu grito adentrou a madrugada, acho que até chegou do outro lado do mundo e só depois virou gargalhada. esse, não: foi de repente, fui dormir assustada. o outro foi sem pulo. esse foi de pancada.
o torcicolo? bom, acho que passou com a compressa.
outro dia recorri a um analgésico por conta de um torcicolo que me infernizava os nervos. eu que quase não uso remédios devo ser mais sensível a essas substâncias, assim como ao álcool - nunca tomo e quando tomo é pra ficar bamba no primeiro gole.
aconteceu que o remédio fez efeito... mas não foi o efeito esperado, foi logo um belo efeito colateral. capotei na cama, num sono estranho de quem desliga a mente mas não desliga o corpo (ou terá sido o inverso?). não sei o que estava ligado, sei que acordei num pulo com meu próprio berro, tão assustada quanto aquela ursa panda que ficou em apuros ao ouvir o espirro repentino do filhote.
minha gata correu para o lugar mais alto da casa, coitada. de rabo grosso e olho arregalado, correu pra perto da porta enquanto eu descobria onde eu estava e se era dia.
deitei de volta. ainda sem contato com a realidade. por sorte, ninguém chamou os bombeiros e minha gata demorou a se aproximar de novo. a única vez que eu havia soltado um grito dessa natureza foi quando entrou um gafanhoto pela janela. ele pousou direto na minha cabeça. meu grito adentrou a madrugada, acho que até chegou do outro lado do mundo e só depois virou gargalhada. esse, não: foi de repente, fui dormir assustada. o outro foi sem pulo. esse foi de pancada.
o torcicolo? bom, acho que passou com a compressa.
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